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sábado, 25 de abril de 2026
"ME DESCULPA, NATHAN" - CURTA METRAGEM SOBRE A ESCALA 6X1
Recebi mensagem por whatsapp e compartilho pela grandeza e necessidade do tema, super atual, além da habilidade, criatividade de quem criou/cosntruiu esse curta-mensagem. Que esse vídeo voe por todos os cantos.MENSAGEM RECEBIDA:
Curta sobre a escala 6x1 vira fenômeno independente
O que acontece quando o debate político sobre o fim da escala 6x1 encontra a urgência de jovens cineastas da rede pública? O resultado é o curta-metragem "Me desculpa, Nathan". Produzido como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Faetec Adolpho Bloch, o filme acaba de estrear com sala lotada no prestigiado Cine Estação, provando que o tema da precarização do trabalho pulsa no coração do público.O projeto é um exemplo legítimo de cinema de guerrilha. Sem patrocínio ou verbas governamentais, a equipe financiou a produção de forma criativa e direta: vendendo brigadeiros. Esse esforço coletivo reflete a própria temática do filme, que narra a luta de Thamires (interpretada por Isabele Brum) para equilibrar a sobrevivência financeira com o afeto materno.
Talento e Resistência Técnica*A qualidade visual e sonora do curta surpreende, considerando a ausência de orçamento formal. A fotografia, assinada por Bruno Yele e Matheus Ferreira, captura a melancolia dos trajetos e o cansaço do comércio, enquanto a montagem e finalização (também a cargo de Matheus Ferreira e Sara Abbade) garantem o impacto emocional que emocionou a plateia na estreia.
Assista ao curta-metragem completo no YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=_TqOg7sFh18
FICHA TÉCNICA:
Título: Me desculpa, Nathan
Origem: TCC Faetec Adolpho Bloch
Elenco: Isabele Brum, Victor Lima, Yan Calebe
Direção: Kauã Pereira
Produção: Bárbara Callado e Emanuelle Reis
Fotografia: Bruno Yele e Matheus Ferreira
Montagem e Finalização: Matheus Ferreira e Sara Abbade
Som e Trilha: Sara Abbade / "O Que Nos Impede" - FBC, Ogoin, Linguini
Viva a escola pública!
MIRACEMA: ATROPELAMENTO DE ANIMAL SILVESTRE NA RJ 200 - JAGUATIRICA
| Belo exemplar de uma jaguatirica atropelada na RJ 200, na altura do Pontilhão sobre o Córrego Cachoeira Bonita. Fotografia do dia 23-abr-2026, Dia de São Jorge, recentemente atropelada. |
Informou o Comitê em Defesa de Miracema-RJ, no Instagram, sobre o atropelamento dessa bela jaguatirica na RJ 200, trecho Miracema/Pádua. Segundo informações divulgadas na mesma fonte, através do COMMAM (Conselho Municipal de Meio Ambiente de Miracema), foi informado à SEMMAM (Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Miracema), que já providenciou a retirada do animal do local, para exames.
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| Fotografia enviada pela conselheira Celeste Scramignon da jaguatirica já inchada no canto da estrada. |
Quando construíram a estrada asfáltica há mais de 30 anos, foi solicitada a construção de uma passagem de gado, sob o pontilhão, mas a "politicagem" não permitiu. Recentemente, numa obra realizada para construir o novo pontilhão, conforme se verifica aqui, a conselheira Celeste Scramignon relata ter solicitado uma passagem de animais silvestres sob o mesmo pontilhão. Construíram duas pequenas calçadas, a saber se são suficientes.
O Comitê informa ter solicitado à Fundação Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (DER-RJ) ações que mitiguem essas ocorrências, que não são as primeiras nem serão as últimas. A própria fundação, no SEI (processo administrativo) que trata do tema, sugere a colocação de placas no entorno da APA MIRACEMA, na RJ 200 e na RJ 116. No entanto, ainda estão em tratativas.
Essa iniciativa de placas, que alertam sobre a existência de animais silvestres na pista, é uma medida inicial, até que sejam feitos os estudos ambientais necessários para propor novas ações. A conferir!
A propósito, é bom que se registre, que segundo nos informou a referida instituição estadual, toda obra realizada por eles, em estradas, tem por protocolo um estudo ambiental para proporcionar medidas mitigatórias e de proteção ambiental. Perguntou-se a respeito de uma obra que teria ocorrido recentemente na RJ 200, trecho São José de Ubá/Monte Alegre, se o estudo foi feito. A informação foi negativa.
Certamente no trecho em pauta não houve também.
segunda-feira, 20 de abril de 2026
SOBRE IMÓVEIS TOMBADOS E A OBRIGAÇÃO DE PRESERVAR
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| Tomaz Silva/Agência Brasil |
Acabo de receber de uma cidadã miracemense a matéria abaixo, do site CONJUR, na seção INTERESSE COLETIVO, cujo título é "Proprietário de bem tombado é responsável pela sua conservação" .
No caso de bens tombados, a função social da propriedade inclui a preservação da memória cultural. Com esse fundamento, a Justiça Federal determinou a restauração, a recuperação e a conservação integral do imóvel situado na Rua do Alecrim, nº 48, no Centro Histórico de São Luís. A medida atendeu ao pedido do Ministério Público Federal em uma Ação Civil Pública para garantir a manutenção do imóvel, que está localizado em área de tombamento federal e estadual.[...]
Na ação civil pública, o MPF destacou que o proprietário de um bem tombado, como é o caso do imóvel no Centro Histórico, tem a responsabilidade de conservá-lo, conforme previsto no Decreto-Lei 25/1937 e na Constituição Federal.“A preservação deste imóvel não interessa apenas ao proprietário, mas a toda a coletividade, dada a inserção de São Luís na lista de Patrimônio Mundial da Unesco. A perda de uma unidade, como a do imóvel em questão, descaracteriza o conjunto e compromete a integridade do sítio histórico”, declarou trecho da sentença.
[...]
Processo 0014003-88.2016.4.01.3700
O blogue agradece à leitora vagalume pelo envio.
CONEFLU: "Futuro incerto ronda os municípios produtores da bacia petrolífera de Campos"
Recebi do economista e Professor da UENF, Alcimar Chagas, o texto abaixo sobre tema fundamental para as receitas públicas dos municípios produtores e vizinhos desses no norte e noroeste fluminense, a discussão dos royalties do petróleo. No texto a seguir, o Prof. Alcimar se refere aos municípios produtores, como é o caso da Bacia de Campos dos Goyatacazes, mas o mesmo é válido para os municípios vizinhos, que são atingidos pelas externalidades negativas da produção e explocaração e que também recebem parcos recursos referentes a royalties. O mau uso do recurso não justifica uma distribuição injusta. A conferir!
O STF julga a constitucionalidade da Lei 12.734/12 (alteração na distribuição das rendas petrolíferas) em 06 de maio próximo. A articulação dos municípios produtores traz o argumento de perda da capacidade de investimento em saúde educação, transporte, etc., caso ocorra a distribuição proposta na Lei.Longe de ser contra ou a favor da mudança, quero lembrar que a produção da bacia de Campos evoluiu de 664 mil barris dia de petróleo equivalente em 1997 até o pico de 1.902 barris dia em 2009. Neste ponto a produção representava 81,91% na produção nacional.A partir daí teve início o processo de declínio gradativo da curva, com a produção chegando a 756 mil barris dia em 2025, representando 15,4% da produção nacional. Veja que em três décadas de exploração a bacia se tornou madura e os investimentos migraram para a bacia de Santos.Entretanto, a riqueza transferida para a região a título de compensação do recurso finito não possibilitou os investimentos em infraestrutura econômica e social com foco geracional. Hoje esses municípios apresentam uma grande estrutura de custeio, não tem capacidade de investimento e a infraestrutura em saneamento básico, moradia, saúde e educação é precária.A conclusão é de que não entenderam a natureza do recurso e agora usam o argumento de que a população ficará sem educação, saúde e outros serviços, em caso de redistribuição dos recursos, os quais não eram para o fim destinado. Importante observar que o recurso é finito e suas rendas não podem ser utilizadas em despesas correntes!
quinta-feira, 16 de abril de 2026
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Relatório do PIB Municipal, com uma análise detalhada da dinâmica econômica dos municípios fluminenses
Diretora na Fundação CEPERJ
quinta-feira, 2 de abril de 2026
MIRACEMA: SERVIÇOS ESSENCIAIS COM FALHAS CONSTANTES
Já passou da hora das autoridades municipais buscarem uma solução para a prestação eficaz e efetiva dos serviços de água, esgoto e energia elétrica. A concessão pública precisa ser fiscalizada.
Nem uma audiência pública foi feita até o momento. Vai entender.
Dá trabalho, mas é preciso haver interesse dos representantes eleitos. Eleitos inclusive para isso... seja Executivo ou Legislativo.



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