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quinta-feira, 27 de junho de 2024

VARRE-SAI: DÉCADA DE 1910/20 VICENTE THOMAS DE AQUINO - PRIMEIRO REGENTE DA LIRA SANTA CECÍLIA

 


Vicente Thomas de Aquino foi o primeiro regente da Lira Santa Cecília. Avô de Baden Powell. Fotografia da década de 1910/20, publicada no grupo Varre-Sai Antigamente, no Facebook, por Waldir Fabbri.

segunda-feira, 27 de novembro de 2023

VARRE-SAI: GENEALOGIA DA FAMÍLIA MENEZES E LANÇAMENTO DO LIVRO

GENEALOGIA DOS MENEZES DE VARRE-SAI É CONTADA EM LIVRO



A história familiar dos Menezes, registrada neste livro, começa no século XIX. Ela parte dos descendentes de Jerônimo Vicente Vieira de Menezes e Ana Balbina de Menezes, seus sete filhos e seus cinquenta e um netos. Nas gerações seguintes inclui descendentes europeus de outras nações, povos originários (indígenas) e afrodescendentes.

Os ancestrais de Jerônimo e Ana migraram de Minas Gerais para o Noroeste do Estado do Rio de Janeiro e construíram sua história nas serras de Varre-Sai. Foram proprietários da fazenda Pouso Alto. Jerônimo e Ana criaram sua família na localidade de Arataca.


O livro mostra que os Menezes estão entre os fundadores da freguesia de Varre-Sai em 1879, uma vez que o decreto que criou o distrito incorpora as propriedades da família à nova freguesia.


Prof.Sebastião Menezes, autor do livro, autografando no IV Encontro da Família Menezes

O lançamento do livro foi feito durante o IV Encontro da Família Menezes pelo geólogo, professor universitário e escritor Sebastião Menezes, no dia 16/09/2023, quando a “Família Menezes” reuniu-se em seu quarto encontro familiar, que aconteceu em Varre-Sai e que contou com a presença de cerca de 100 pessoas.

Participante do quarto encontro familiar 

O autor do livro ofereceu ao blogue, para pesquisadores e interessados, um resumo da Genealogia Jerônimo e Ana 

Jerônimo Vicente Vieira de Menezes


Ano de nascimento: 1852
Local de nascimento: Estado de Minas Gerais, Brasil
Ano de falecimento: 1930
Local de falecimento: Varre-Sai–RJ, Brasil
Filiação:
Pai: Francisco Vicente Domingos (de Menezes)
Mãe: Maria Rodrigues Vieira
Irmãos de Jerônimo:
Francisca Vieira de Menezes;
Vicente Vieira de Menezes;
Rita de Cássia Vieira de Menezes;
Augusto Vieira de Menezes.
Ana Balbina de Menezes
Esposa de Jerônimo Vicente
Ano de nascimento: 1855
Local de nascimento: Estado do Rio de Janeiro, Brasil.
Ano de falecimento: 1920
Local de falecimento: Varre-Sai–RJ, Brasil.
Pai de Ana Menezes: Venâncio Faria Salgado (1805–1872)
Mãe de Ana Menezes: Ana Balbina Antunes de Faria (1821–1893)
Pai de Venâncio: Teodoro de Faria Salgado (1769–1867)
Mãe de Venâncio: Francisca Maria da Silva (1772–1842)
Pai de Ana Balbina: Francisco Antunes Siqueira (1766–1829)
Mãe de Ana Balbina: Maria Angélica Guimarães (17xx).
Irmãos de Ana Balbina de Menezes:
José Antônio (ou Antunes) de Faria Salgado — Juca Faria (1839–
1904);
Maria Angélica de Faria (Salgado) (1841–1893);
Augusto Antônio (ou Antunes) de Faria Salgado (1843–19xx);
Francisco de Faria Salgado (1845–1893);
Antônio Antunes de Faria (1847–1931);
Sebastião Antunes de Faria Salgado (1849–1903);
Higino Antunes de Faria Salgado (1861–?).

O blogue parabeniza o trabalho de pesquisa e a publicação da memória familiar realizada pelo Prof. Sebastião de Oliveira Menezes e também pela gentileza de compartilhar e pela confiança dispensada.

sexta-feira, 29 de setembro de 2023

VARRE-SAI: "SAGA DA FAMÍLIA TUPINI"

Orlando Tupini, pai de Orlando, Maria e Maria Mindó, em Varre-Sai, em foto de 1968

Meu pai hoje completou 86 anos e recebeu um presente inesperado e que proporcionou a ele muita alegria. No início da noite, recebeu uma ligação originada em Bom Jesus do Itabapoana, noroeste fluminense, de um amigo de juventude, que serviu o Tiro de Guerra com ele em Miracema, tendo inclusive morado na mesma pensão que ele e o primo Luiz Fernando Monteiro Linhares, em Niterói. O amigo é Orlando Tupini.

Curiosamente, pesquisei o nome do amigo do meu pai nas redes sociais e me deparo com essa bela historieta, da diáspora dos italianos Tupini, no noroeste fluminense, que compartilho com os leitores vagalumes.


A SAGA DA FAMÍLIA TUPINI

Os avós italianos de Orlando Tupini, Giuseppe Toppini e Enrica Moscaroli Tupini, viajaram no Vapor Colombo, desde a Itália até o porto do Rio de Janeiro, chegando ao Brasil no dia 3 de abril de 1896.
Giuseppe relatava que, durante a viagem ao Brasil, os italianos se dedicavam a entoar canções de esperança, como a seguinte:

"Noi, italiani lavoratori,
Allegri andiamo nel Brasile
E voi altri, d'Italia signore
Lavoratelo il vostro badile
Se volete mangiare"

Segundo informa Orlando, "alguns italianos foram para Minas Gerais. Meus avós, contudo, foram até o Porto de Santos, permanecendo em São Paulo por cerca de um ano. Posteriormente, um emissário de Varre-Sai (RJ) foi a São Paulo contratar italianos para trabalharem na plantação de café. Meu avô concordou com a proposta e veio trabalhar na Fazenda Paraíso, de propriedade dos antepassados de minha esposa Margessi".

Os imigrantes vieram de trem para a região Noroeste Fluminense, onde havia uma estação em Natividade (RJ). A partir daí se deslocaram para Varre-Sai a pé, em lombo de burros ou mesmo em carros de boi.

Certidão de Giuseppe Topini, avô de Orlando Tupini.


Giuseppe Tuppini fixou-se, em primeiro lugar, na região da Cruz da Ana, exercendo as atividades de ferreiro e lavrador.

Apaixonado por música e por sanfona, Giuseppe Tupini fundou a banda de música Lira Santa Cecília de Varre-Sai.

Enrica Moscaroli faleceu em Varre-Sai no dia 19 de maio de 1953, com 88 anos de idade, enquanto Giuseppe Tupini faleceu no dia 21 de fevereiro de 1965, com 97 anos, em Varre-Sai. Deixaram os filhos Marieta, Orlando, Candido, Assunta, Sladino e Norival.

Filho de Orlando Tupini e Adalgisa Machado Tupini, a genitora de Orlando possui origem portuguesa e puri.

Orlando diz que "meu pai nasceu em 1898 e casou-se com minha mãe em 1920. Aos 19 anos de idade integrou a primeira composição da Lira Santa Cecília, de Varre-Sai. Em Comendador Venâncio, onde trabalhou no IBC, antigo departamento de café, lecionou música para o maestro José Carlos Ligiero que, posteriormente, lhe dedicou um dobrado. Nesse distrito, ensinou música para cerca de 36 alunos. Ele faleceu em 1969. Mamãe foi uma mulher trabalhadora que lutou muito para criar treze filhos. Os nomes dos meus irmãos são: Hélio, José Silveira, Lino, Antônio, Carolina, Cecília, Luís, Maria, Helena, Cecília, Lúcia e Ronaldo. Minha mãe morreu jovem, no dia 10 de março de 1949. A sede da banda de música de Comendador Venâncio tem o nome de meu pai e, em Varre-Sai, foram dados nomes de ruas em homenagem ao meu avô e a meus pais", assinala.

Deixemos que Orlando continue falando de si:

"Nasci no dia 29/03/1937, em Natividade (RJ). Depois, com 4 anos de idade, fui para Comendador Venâncio, onde morei por 8 anos. No dia 25 de maio de 1949, fui para Varre-Sai (RJ), onde concluí o curso primário. Em 1951, estudei no internato do Ginásio Natividade. Em 1954, fui para Miracema (RJ), onde, em 5 anos, concluí o ginásio, fiz o curso científico e o técnico em contabilidade. Em janeiro de 1959. fui para o Rio de Janeiro. Após três meses, fui contratado para trabalhar na Cia. Fábio Bastos, pertencente a uma família de Comendador Venâncio.

Depois de 7 meses, prestei concurso para o Banco Português do Brasil, localizado na Candelária, no. 24, onde ingressei no dia 3 de novembro de 1959.

Em seguida, fui trabalhar na filial do referido banco em Niterói, na rua Visconde do Uruguai. Neste período, eu morava em uma república com seis quartos na rua Passos da Pátria, 133. Meu colega de quarto foi Luís Fernando Linhares que, depois, tornou-se deputado e faleceu em acidente de carro.

Posteriormente, fiquei noivo e fiz concurso para o Banco Predial. Fui aprovado e passei a trabalhar em Varre-Sai no dia 18 de novembro de 1963. Ali casei-me com Margessi Teixeira Tupini", assinala.

Orlando Tupini e a esposa Margessi, construíram como os antepassados a Terra Prometida.

Tiveram três filhos: Mônica, Renata e Luís Orlando e três netos: Isabella, Gustavo e Fernando.

Prossegue Orlando:

"Com o fechamento do banco em 1975, utilizei a verba indenizatória para estabelecer em sociedade uma quitanda, um restaurante, uma padaria e um clube, na parte de cima do prédio.

No dia 24 de junho de 1975, a sociedade foi desfeita e, com a parte que me coube, estabeleci uma lanchonete, localizada onde está atualmente a Câmara dos Vereadores. Este comércio durou cerca de um ano e oito meses. Em outubro de 1976, passei para um concurso de datilografia no antigo INPS, em Bom Jesus do Itabapoana. Entre 836 inscritos para 3 vagas, ocupei o 3o. lugar. Comecei a trabalhar no dia 21 de julho de 1977.

Em dezembro de 1977, fiz vestibular para cursar Direito, na Faculdade de Cachoeiro de Itapemirim (ES). Fiquei em 15o. lugar, a melhor colocação da região. Quando eu cursava o 3o. ano de Direito, realizei uns 'bicos' no escritório de contabilidade de Luciano Nunes, por cerca de 3 anos. Esta experiência foi muito importante na minha vida profissional. Colei grau em 18 de dezembro de 1982.

Em março de 1980, eu e minha esposa passamos a morar na casa construída em Bom Jesus do Itabapoana, com o financiamento da Caixa Econômica, em terreno doado pelo tio de minha esposa, Carlos Barbosa".

Orlando assinalou, ainda, que "vejo a vinda de meus avós italianos ao Brasil como algo notável, pois vieram reconstruir suas vidas. Na época, o rei Victor Emanuel estimulava a imigração italiana, uma vez que a Itália passava por um período de severas dificuldades econômicas. Muitos italianos que aqui chegaram, contudo, retornaram à Itália, pois não conseguiram se adaptar à vida em um mundo diferente e, além disso, trabalhando na lavoura".

Orlando finaliza: " O noticiário só nos mostra violência e corrupção. Vivemos um regime de instabilidade e de anarquia. Antigamente havia disciplina na rede social. Vejo o futuro da juventude com muita preocupação ".

A saga da família Tupini, juntamente com a de inúmeras famílias italianas que vieram para o Brasil, resultou na constituição de uma comunidade que, enfrentando e superando os árduos desafios, se sente continuadora dos mesmos ideais que seus antepassados, quando deixaram o solo italiano: construir a Terra Prometida.

Disponível no perfil "Só Natividade Tem", facebook, acesso aqui.

NOTA DO BLOGUE: Orlando Tupini fez contato com o pai dessa blogueira, depois de décadas sem contato. Os dois fizeram o Tiro de Guerra juntos. Mês passado, o pai da blogueira tentou fazer novo contato com o Tupini e tomou conhecimento de seu falecimento. (Atualizaçaõ em 06-jul-2025).

sexta-feira, 21 de julho de 2023

VARRE-SAI: 1957 - BAILES BENEFICENTES


 

Recortes de jornal postados por Maria Conceição Vargas, no grupo Varre-Sai Antigamente, no Facebook, com a seguinte mensagem: 

"Dois bailes,no mesmo dia, com os mesmos objetivos. Assim era em Varre-Sai.
Originais no arquivo da família Vargas de Figueiredo."

quinta-feira, 20 de julho de 2023

VARRE-SAI: I FESTIVAL DO VINHO - 1976


Publicidade do I Festival do Vinho de Varre-Sai, em 1976, publicado por Maria da Conceição Vargas, no grupo Varre-Sai Antigamente, no Facebook. Original do arquivo da família Vargas de Figueiredo.

terça-feira, 18 de julho de 2023

ÚLTIMA VISITA DE BADEN POWELL A VARRE-SAI (2000)

Fabio Martins Faria postou no grupo do Facebook denominado Varre-Sai Antigamente as fotografias que registraram a última visita do músico Baden Powell à Varre-Sai, sua terra natal.




O senhor que de cabelos brancos e óculos escuros foi citado como 'Tio Nego". O compositor dispensa apresentações, mas por hábito, deixaremos uma pequena biografia para os mais jovens.

Baden Powell de Aquino (Varre-Sai, Rio de Janeiro, 1937 - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2000). Violonista, compositor, arranjador, cantor. Nascido na pequena Varre-Sai, então um distrito de Itaperuna, muda-se com a família para o Rio de Janeiro ainda bebê, fixando-se em Vila Isabel e depois em São Cristóvão, onde frequenta tradicionais rodas de choro. Neto de Vicente Tomás de Aquino, primeiro maestro negro do interior fluminense, e filho de Luiz Aquino, seresteiro e violinista amador, começa a tocar violão aos oito anos de idade, tendo aulas com o violonista Meira (Jaime Florence). Aos dez, vence o programa de calouros Papel Carbono, de Renato Murce, na Rádio Nacional, tocando a peça Magoado, de Dilermando Reis. Dois anos mais tarde ingressa na Escola de Música do Rio de Janeiro, onde se diploma em 1951. No ano seguinte, começa a atuar profissionalmente em boates e casas noturnas cariocas, tocando numa guitarra Gibson um vasto repertório que inclui música brasileira, bolero e jazz. Nos anos 1950, integra a orquestra da Rádio Nacional e acompanha diversos cantores em gravações e em shows pelo Brasil.

Compõe sua primeira canção em 1956, Samba triste, parceria com Billy Blanco gravada quatro anos mais tarde por Lúcio Alves. Já é conhecido no meio musical quando grava seus primeiros discos solo: Apresentando Baden Powell e seu violão (1959) e Um violão na madrugada (1961). Mas é a parceria com Vinícius de Moraes (1913-1980), iniciada em 1962, que leva seu nome ao grande público. Nesse ano, a dupla compõe Deve Ser Amor e Consolação, ambas incluídas no disco Do the Bossa Nova sith Herbie Mann, em que Baden toca violão. No mesmo ano, tem seu Samba triste incluído no LP Jazz Samba, de Stan Getz e Charlie Byrd, e grava Baden Powell Swings With Jimmy Pratt. Pratt é um baterista que participa de gravações com Charlie Parker, Stan Getz, Zoot Sims, Oscar Pettiford, Bud Shank, Anita O'Day e acompanha a cantora francesa Caterina Valente.

Em 1963, depois de lançar seu quarto disco, À vontade, e de participar como violonista e compositor das doze faixas do disco Vinícius e Odette Lara, realiza sua primeira viagem a Paris, onde permanece por mais de um ano, apresentando-se no Teatro Olympia. Ali, grava Le monde musical de Baden Powell (1964), o primeiro de uma série de discos lançados pela gravadora Barclay. De volta ao Rio, conclui com Vinícius de Moraes a composição dos oito afro-sambas gravados no disco Os Afro-Sambas de Baden e Vinicius, de 1966. O compositor francês Pierre Barouh, em passagem pelo Rio, cria uma versão francesa para o Samba da Bênção, que é incluída no filme Um Homem e Uma Mulher (1966), de Claude Lelouch, sob o título Samba Saravah. Ainda nos anos 1960, Powell realiza diversas turnês pela Europa e nos EUA, onda toca com Stan Getz (1967). De volta a Paris, onde fixa residência, compõe a trilha do filme Le Grabuge (1968), de Edouard Luntz.

Ao longo dos anos 1970, continua a se apresentar como solista e a gravar discos no Brasil e na Europa, entre eles As músicas de Baden Powell e Paulo Cesar Pinheiro: os Cantores da Lapinha (1970), os três volumes do Baden Powell Quartet (1971) e o álbum Baden Powell e Stephane Grappelli - La Grande Réunion (1974).

Em 1984, muda-se para Baden-Baden, na Alemanha, retornando definitivamente para o Rio de Janeiro cinco anos mais tarde. Ao longo dos anos 1990, continua gravando regularmente, destacando-se o álbum Baden Powell e Filhos (1994), acompanhado pelos seus filhos Philippe, pianista, e Louis Marcel, violonista. Pouco antes de morrer, vítima de complicações de uma pneumonia, grava pela Trama o álbum-solo Lembranças, em que interpreta 11 canções que ouvia na infância, como a marcha-rancho As Pastorinhas, de Noel Rosa e João de Barro, e o samba-canção Linda flor, de Henrique Vogeler e Luís Peixoto.

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quinta-feira, 20 de abril de 2023

OS PURIS EM VARRE-SAI

Do grupo Varre-Sai Antigamente, no Facebook, compartilho informação de Isabel Cristina Menezes Degli Esposti.


19 de abril - dia dos povos indígenas
Minha homenagem hoje vai para todas as índias Puris da nossa região de Varre-Sai, Bom Jesus, Santa Clara e Purilândia. Os Puris sobreviveram através da linhagem feminina, após suas terras terem sido ocupadas pela expedição do bandeirante José de Lannes Dantas Brandão no século XIX. Muitas famílias dessa região contam a história de uma ancestral índia, que inclusive dizem ter sido pega a laço para se casar com um jovem português. A foto traz a índia Zeferina de Souza Campos, que de acordo com seu bisneto, o saudoso historiador varre-saiense Dr. José Antônio Campos, foi pega no laço para se casar com o jovem Domingos Campos e se tornou a matriarca da grande e respeitada família Campos.
Salve dona Zeferina e todas as matriarcas Puris!

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