Deu no El País:
O país escandinavo, que conta com 4.468 mortos e 38.589 infectados, deixou o mundo inteiro de boca aberta por sua atitude em relação à pandemia. Enquanto seus vizinhos nórdicos, os parceiros europeus e os Estados Unidos confinavam seus cidadãos e a atividade econômica sofria uma interrupção, os suecos continuaram a beber nos terraços de bares, comer em restaurantes e viajar de transporte público. As autoridades, que confiavam no civismo da população e em sua responsabilidade individual, se limitaram a fazer certas recomendações, como a restrição de visitas a casas de repouso, limitar as reuniões a 50 pessoas ― os outros países nórdicos estabeleceram o limite em dez; a Islândia, em 20 ―, fechar as universidades e pedir o distanciamento social. O resultado, por ora, é que na Suécia há muito mais mortes do que na Noruega (237), Dinamarca (580) e Finlândia (320), que impuseram restrições e medidas muito mais rigorosas por meio de mecanismos como o estado de alarme.
Por esse motivo, o primeiro-ministro, social-democrata, deu agora um passo para a abertura de uma investigação sobre a gestão da crise ainda neste semestre, segundo o jornal local Aftonbladet .
BRASIL
Deu no G1:
O presidente Jair Bolsonaro vetou o uso do saldo remanescente do Fundo de Reservas Monetárias, de cerca de R$ 8,6 bilhões, para o combate ao novo coronavírus. A decisão foi publicada na edição desta quarta-feira (3) do "Diário Oficial da União".
A destinação do dinheiro tinha sido aprovada em maio pelo Congresso Nacional durante a análise de medida provisória editada por Bolsonaro e que extinguiu o fundo.
Ao justificar o veto, Bolsonaro argumentou que a mudança feita pelo Congresso Nacional criava uma despesa obrigatória ao poder público sem indicar o impacto financeiro, violando regras constitucionais. Com o veto presidencial, a verba fica, em princípio, sem destinação.
TESTAGEM EM MASSA
Do Nexo Jornal:
Uma das estratégias mais eficientes no combate ao Coronavírus é a testagem em massa. Somente assim, é possível identificar também os assintomáticos, cuidando para que ele e as pessoas com quem teve contato não continuem contaminando outras pessoas. Países como Nova Zelândia, Alemanha e Coreia do Sul, que testaram cidadãos em grande escala, registram um número baixo de mortes em comparação ao de infectados. Ao mesmo tempo, seguram o aumento do contágio.
No Brasil, poucos testes foram feitos em relação ao total da população e ninguém faz ideia de quantas pessoas contaminadas existem no país. A subnotificação é uma realidade que já foi reconhecida até pelo ministério da Saúde.
Segundo uma estimativa do Centro para Modelagem Matemática de Doenças Infecciosas da London School of Tropical Medicine, do Reino Unido, divulgada no fim de março, o Brasil teria 11 vezes mais casos do que o total reportado pelas autoridades. O motivo é que 80% dos infectados não apresentam sintomas.
Os dois principais testes: RT-PCR, é o principal e mais preciso meio de detectar em grande escala a presença do Sars-CoV-2, o novo coronavírus. Ele detecta a presença do RNA, o material genético do vírus, ativo ou fragmentado. Sua realização depende de equipamento, reagentes, uma rede logística complexa e técnicos treinados. Depende de insumos importados. TESTE RÁPIDO, os testes sorológicos, conhecidos como testes rápidos, produzidos pela Wondfo e comprados pelo Brasil, não testam a presença do vírus, mas sim, os anticorpos específicos do Sars-CoV-2 produzidos pelo sistema imunológico para combatê-lo.
A prefeitura de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, anunciou em 30 de março um programa de testagem em massa no município. O objetivo é testar cerca de 40 mil pessoas que apresentem sintomas respiratórios, que moram em comunidades ou trabalham na área médica. A cidade tem uma população de cerca de 478 mil.
Em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, a prefeitura anunciou em 6 de abril a realização de testes domiciliares em moradores com sintomas de gripe. A população da cidade é de quase 150 mil habitantes.
Na cidade de Salvador, a prefeitura começou a realizar “blitz” do coronavírus com motoristas. Motoristas são parados em um bloqueio e têm a temperatura medida. Se apresentarem febre, fazem o teste rápido para covid-19. Segundo o G1, muitas pessoas têm passado propositalmente no lugar para realizarem o exame.
MIRACEMA
Hoje não foi possível atualizar o panorama COVID 19 do Noroeste fluminense. Registro apenas que não obtivemos retorno do email enviado via Ouvidoria.

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