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quinta-feira, 11 de junho de 2020

PANORAMA COVID 19 DO NOROESTE FLUMINENSE EM 10JUN2020



Apenas para registro, Aperibé continua sem divulgar boletins atualizados. Os dados relativos a este município são da Secretaria estadual.

A assessoria de comunicação da Prefeitura de Porciúncula informou hoje no perfil do Facebook sobre a flexibilização do isolamento social para cultos e reuniões religiosas, assim como fez também o município de Itaocara, informado na postagem anterior. Novo decreto municipal [de Porciúncula] libera acesso a igrejas com 25% da capacidade de lotação. As demais determinações se mantém como no decreto anterior, para evitar o surto de coronavírus no município. O decreto pode ser lido aqui.

Apenas para uma avaliação comparativa, já que divulgamos antes um gráfico de barras com as taxas de letalidade por COVID19 dos municípios e da região Noroeste, com dados do dia 09jun, a seguir compartilhamos o mesmo gráfico com base de dados de 10jun.

Fonte: Boletins Epidemiológicos Municipais e Secretaria Estadual de Saúde do RJ

Com 32 mortes e 1.190 pessoas com registro positivo de COVID 19, no acumulado, o movimento crescente de contaminação e um sistema de saúde pouco potente, como que se pode imaginar que a liberdade religiosa é prioridade diante do direito à vida. É isso que os prefeitos que flexibilizam o funcionamento de templos religiosos estão fazendo. Para piorar, alguns também flexibilizaram o funcionamento do comércio há algum tempo, como Itaperuna que diariamente afirma que "apesar da flexibilização cumpram o isolamento social"

Sobre as elevadas taxas de letalidade em alguns municípios, aproveito para compartilhar o caso do Estado do Ceará, com municípios que apontavam altíssimas taxas. O jornal O Diário do Nordeste abordou esse tema e entrevistou o vice-presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Ceará (Cosems), Rilson Andrade, que explicou o seguinte: como a taxa é dinâmica tanto pelo número de confirmações quanto pelo de óbitos, dois fatores podem influenciá-la: a demora na liberação dos resultados de exames e a subnotificação da doença.
"Tem municípios em que, se for confirmado mais um caso, a letalidade vai cair pela metade. Não vejo essa diferença por falta de estrutura de atendimento, mas pela demora. A subnotificação em alguns lugares também interfere, então algumas cidades podem ter notificação baixa. Não estamos culpabilizando os municípios, porque alguns têm até postos sentinela e busca ativa, mas é a população que, muitas vezes, não procura as unidades de saúde", descreve Rilson.

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