Desde sua criação, em 2003, o Bolsa Família convive com críticas sobre seus possíveis efeitos. Entre as mais recorrentes estão as ideias de que o programa desestimularia o trabalho, criaria dependência do Estado e incentivaria o aumento do número de filhos.
Grande parte dessas críticas perdeu força diante dos resultados observados ao longo de duas décadas de existência do programa. As pesquisas não apenas deixaram de confirmar os efeitos negativos previstos por seus críticos, como também identificaram avanços importantes em áreas como educação, saúde e redução da desigualdade.
Esses resultados ajudaram a deslocar o foco do debate, que passou do questionamento sobre a transferência de renda para a discussão sobre como aperfeiçoar uma das principais políticas de combate à pobreza do país.
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Fonte dos dados da imagem: "Filhos do Bolsa Família: Uma análise da última década do programa", da FGV, e Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS). Publicado no Linkedn
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