A natureza não está esperando. E o poder público também não pode esperar.
Planos de contingência precisam sair do papel, populações vulneráveis precisam de proteção, sistemas de alerta precisam funcionar de ponta a ponta do país, com atenção redobrada às regiões que já carregam o peso histórico das crises climáticas.
A ciência está mostrando os riscos, apontando os territórios, emitindo os alertas. Chegou a hora de colocar a preparação em prática.
E nós, como sociedade, precisamos pressionar e exigir que isso aconteça.
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